Am F5 G7 E7
25 24 25 26 24 25 17 15 28 26 2 26 25 26 28 25 26 18 17 15 28 26 28 27 18 210 27 28 110 18 17 210 28 210 29 18
17 113 112 210 29 Am
17 113 112 210 29 18 17 110 18 17 110 18 17 15/18 15/18
"Inda"com a faca na mão
O vermelho da sangria
Escorrendo pelo chF
Escorrendo pelo chão.
Na bombacha remendada
limpava a faca de um lAm
limpava a faca de um lado
como querendo esconB
como querendo esconder
O InE7 Am
O Intento de ser culpado ...
Am
Quem diria Adão Formiga
vizinho de uns trinta anos
carneando um capão alheio...
Talvez fosse por enF
Talvez fosse por engano
mas a marca no pelego
De tinta mostrava o dAm
De tinta mostrava o dono
E a noite apontava a pB
E a noite apontava a pressa
Pra um gE7 Am
Pra um galho de cinamomo
Toda semaF E7
Toda semana a estancia
Vai pra consumo o caAm
Vai pra consumo o capão
Escolhido pF E7
Escolhido por bem gordo
Nos mandados do patAm
Nos mandados do patrão
PEm A7 Dm
Pois quem produz sabe bem
Quanto lhe custa o servAm
Quanto lhe custa o serviço
De cuida de produB
De cuida de produção
Pra algE7 Am
Pra alguém depois da sumiço
"Por que não pediu uma changa
pois trabalhar não é feio
Escolheu por conta justa
apossar-se do alheio.
Quem sabe nas precisão
pedisse uns "pila" emprestado
mas esperou mais a noite
pra cruzar pelo alambrado"
Am
Um sorro a sombra da noite
uma faca de bom corte
um carancho num cordeiro
Inverno de geada fF
Inverno de geada forte
cada qual no seu destino
No ciclo anormal do hAm
No ciclo anormal do homem
Uns matam só por famiB
Uns matam só por famintos
E7 Am
Uns pra matarem a fome
Tem fama na rendondeza
Todos sabem de onde é a carne
que as vezes bota na mF
que as vezes bota na mesa
pois quem carneia um capão
prá mata a fome do fAm
prá mata a fome do filho
mata quatro, cinco ou sB
mata quatro, cinco ou seis
DepE7 Am
Depois não sai desse trilho