FBEAm
FDmFBm7
E7Am
Conheço a baldE7 Am Dm
Conheço a balda do potro, feito as cismas que carrego
Num par de estrelas de ferG E7 Am F
Num par de estrelas de ferro nos papagaios da espora
Pois compreendi cE7 Am Dm
Pois compreendi campo a fora por que choram as nazarenas
Refletem todas as pC E7 Am F
Refletem todas as penas duma condena de outrora
Neste par de E Am Dm
Neste par de estrelas bugras há uma calvário de espinho
Onde as rosetas sG E7 Am
Onde as rosetas são ninhos pros lamentos de um domero
Que sabe a dor de um parceiro que teve o couro riscado
No repechar cF E7 Am A7
No repechar compassado dos rituais garroneiros
Dm Am
Nazarenas campo afora chora porque é preciso
Uma aE7 Gm A
Uma ausência de sorriso, um pranto na voz do vento
Que a Dm Am
Que a mágoa do teu lamento, pro domero é uma sentença
De CrB F E7 E7
De Cristo vem sua crença, da doma vem seu sustento
Não há quem E Am Dm
Não há quem corte um cavalo que não se sinta cortado
Que esqueça a cruG E7 Am F
Que esqueça a cruz do pecado no silêncio da oração
De joelE7 Am Dm
De joelho frente ao galpão, altar sagrado do campo
Ao desatar tC E7 Am F
Ao desatar tento e grampo feito quem pede perdão
Não foi a toE7 Am Dm
Não foi a toa o batismo ,chamarem de nazarena
Ao que impõe a coG E7 Am
Ao que impõe a condena a um livre por seu caminho
Pois são coroas de espinho, rosetas, pontas de grampo
E lembram espF E7 Am
E lembram espinhos santos que Cristo aguentou sozinho
Dm Am
Nazarenas campo afora chora porque é preciso
Uma aE7 Gm A
Uma ausência de sorriso, um pranto na voz do vento
Que a Dm Am
Que a mágoa do teu lamento, pro domero é uma sentença
De CrB F E7 E7
De Cristo vem sua crença, da doma vem seu sustento
(Declamado)
Não foi a tDm Am
Não foi a toa o batismo ,chamarem de nazarena
Ao que impõe a condena a Dm
Ao que impõe a condena a um livre por seu caminho
Pois são coroAm
Pois são coroas de espinho, rosetas, pontas de grampo
E lembram espF E7 Am
E lembram espinhos santos que Cristo aguentou sozinho